segunda-feira, 28 de junho de 2010

Lembrei!


Vento calmo.
Melhor é não dizer.
Apenas ficar em silêncio.
Enquanto a noite não chega.

Escrever, ler, escrever.
Dedicação.
Talvez faltou um pouco.
Mas foi bom.
Se tivesse mais tempo, esperaria omelhor.
Como não me organizei, ficarei feliz com o mínimo o suficiente.

Aí eu estava escrevendo.
E uma cã que mais parece um javali sentou ao meu lado.
Ela é a cã mais fedida e cheirosa, mais roliça e charmosa que eu já conheci.
É esnobe e elegante.
Com toda classe, sentou ao meu lado, ficou esperando um não sei o que e saiu.

Silêncio é bom.

Eu quero vomitar.
"Está na hora de parar de sonhar."
Não sei se seria melhor não escrever para esquecer ou se escrever e uma forma de vomitar.
Vomitar é uma palavra muito feia.
Mandar parar de sonhar é tão feio quanto vomitar.

Quem entende as metáforas se não quem escreve?

Hoje pirei de novo sobre concepções. O que é a minha maneira de entender e a sua?
Eu não consigo dizer ainda, mas no meio de toda essa confusão (Ai que bagunça essas palavras soltas) eu só quero descobrir um jeito de fazer as coisas serem menos piores.
Amanheceu o dia. Querendo o final de semana que foi quinta e sexta.
Perguntaram como foi. E eu disse algo sobre vômitos.
Algumas palavras ficam vazias...
E aí é a concepção que fará a palavra rechonchuda ficar rechonchuda. Cochonilha rechonchuda.
No final, só tentando...
Estou tetando...
"O importante é acreditar e emanar aquilo que acreditamos."
Pessoas simples vieram ao mundo para fazer acreditar.

Gosto de dias calmos.
Como em um Poema de Natal e dedicatórias para seres encantados da floresta.

Nenhum comentário:

Postar um comentário